Pastoral do Dízimo
O que é o dizimo?
A palavra dízimo significa décima parte. Presente em outras tradições e culturas, chegou-nos através de inúmeras citações do Antigo Testamento, que atestam a sua prática entre os israelitas. No tempo das doze tribos de Israel, a tribo de Levi servia ao altar e era pobre, desprovida de rebanho e campos para cultivar. Devia ser sustentada pelas outra onze tribos, que separavam uma parte de suas colheitas e de seu rebanho e entregavam aos levitas, bem como aos estrangeiros, aos órfãos e às viúvas. O livro do Deuteronômio refere-se a dois tipos de dízimo (Cf. Dt 14,22-238): um anual e outro trienal. Ano a ano, a décima parte devia ser tomada dos produtos agrícolas e trazida ao Templo para o banquete sagrado. A cada três anos era deixada nas portas para alimentar os pobres.
O Novo Testamento não faz profundas referências a respeito do tema, mas, movidos pelo Espírito Santo, compreendemos que é bom e agradável ofertarmos a Deus.
Paulo, escrevendo às igrejas, ensina que deveriam fazer coletas, nas quais os servos dariam segundo a sua prosperidade. Uma ação de amor, generosidade e alegria (“E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia com fartura, com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.” 2Co 9,6-7). Não havia uma definição d quantidade (10%), as ofertas eram segundo as posses de cada um.
Este é o mesmo entendimento para o dízimo hoje, uma doação à igreja de ofertas agradáveis, que devem ser usadas na manutenção do templo, missões, meio de comunicações, mas principalmente no auxílio aos irmãos mais carentes. O critério para definir o valor do dízimo é o impulso do nosso coração. Devemos contribuir com o máximo que o nosso orçamento pode suportar. Assim, quem pode dar 10% não contribui com menos. Quem puder dar 5% não dê 4%, quem puder dar 3% não dê 2%. Dê cada um conforme o impulso de seu coração, sem tristeza nem constrangimento, pois Deus ama a quem dá com alegria (2Co9,7).
Dízimo não é pagamento. Não é imposto. Não é taxa. É gesto livre de gratidão. Não é esmola. Nem oferta do que sobra. Dízimo é ato de fé em Deus e de confiança na Comunidade.
Aplicação
São inúmeras as aplicações que se dá ao dízimo. Parcela do dízimo é repassada pelas paróquias á Arquidiocese, que assim faz acontecer a ação pastoral em nível Arquidiocesano: na construção de igrejas e nos projetos sociais junto aos mais necessitados; na formação de futuros pastores; na capacitação de leigos e etc.
O dízimo em nível paroquial permite que a comunidade exista, se mantenha e cumpra com aquela tarefa prioritária: a evangelização.
Uma comunidade paroquial tem muitos gastos. Lembremos alguns deles: as tarifas de água, luz e telefone; manutenção da secretaria e casa paroquial; a manutenção do culto (folhetos , velas, flores); salário do Pároco e dos funcionários, etc.
Nossa Equipe
• Pedro Victor
• Suely Bruce
• Paulo Cardoso
• Adriana Cardoso
• Marlene Silveira
• Henrique Rosa
• José David
• Olga David
• Mário César Pereira
• Elvira Pereira
• Paulo Lessa
• José Henrique
Nossa Missão
A Pastoral do Dízimo tem como missão conscientizar todos os paroquianos sobre sua responsabilidade para com a comunidade paroquial onde vive e da qual faz parte.
É a Pastoral do Dízimo a grande motivadora na conscientização dos cristãos a cumprirem o quinto mandamento da Igreja. Isso é feito mostrando como as ofertas são elemento de transformação da vida da comunidade, tanto na manutenção da paróquia quanto na assistência dos mais carentes. Mais do que fazer dinheiro e aumentar a renda da paróquia, os objetivos primeiros da Pastoral do Dízimo são:
a) conscientizar os fiéis sobre a dimensão religiosa, social e missionária do dízimo;
b) mostrar que o dízimo é um ato de fé, de esperança e de caridade;
c) testemunhar a alegria de uma vida agradecida a Deus, através da oferta regular do dízimo













